Simulador de custos
Responde uma pergunta só: vendendo a R$ X, quanto sobra pra você? — nas três plataformas ao mesmo tempo, na mesma tela.
O formulário é uma escadinha: primeiro o produto, depois os seus custos, depois o detalhe do Mercado Livre. Você pode partir de um produto do armazém (que traz o custo cadastrado) ou digitar os números na mão.
A régua de cada plataforma vem, nesta ordem: da API dela (Mercado Livre), do que foi medido nos pedidos reais da sua conta (Shopee), ou da tabela publicada. Um selinho ao lado de cada linha diz qual das três é — porque tabela publicada e realidade nem sempre batem.
Os seus ajustes ficam salvos por conta: você configura a régua uma vez e ela vale nas próximas simulações. O botão Voltar aos padrões desfaz tudo.
Migração de anúncios
Leva o catálogo que já está publicado numa loja para outra plataforma. Quem tem centenas de anúncios vivos na Shopee e poucos no Mercado Livre não precisa refazer tudo à mão.
- Escolha a loja de origem e a loja de destino.
- Filtre o que migrar — dá para levar só o que vendeu numa janela de tempo, quando essa contagem já existe.
- Confirme. O trabalho roda em segundo plano e o estado vive no servidor: pode fechar a tela, dar F5 ou abrir outra aba.
É a decisão que define a ferramenta. Anúncio da Shopee raramente tem tudo que o Mercado Livre exige para aceitar um item (produto do armazém vinculado, NCM, origem, unidade e dimensões). Publicar direto significaria centenas de recusas e nenhuma revisão no meio. O rascunho nasce com tudo que dá para saber, a tela diz o que falta, e Publicar continua sendo um clique seu.
A categoria do Mercado Livre é sugerida a partir do título, e a ficha técnica (os atributos obrigatórios da categoria) não desce da Shopee porque não existe equivalência entre as duas. Quem preenche isso é a tela de edição do anúncio, que lê os atributos da categoria escolhida.
Migrar duas vezes para a mesma loja de destino é bloqueado de propósito — criaria rascunho repetido.
Aplicação da peça por veículo
Quem vende autopeça precisa responder “serve no meu carro?”. Essa resposta se monta na seção Aplicação do cadastro do produto — e ela funciona ao contrário do que parece.
No cadastro entram sistema, posição e soquete — por exemplo “iluminação · farol · H4”. O alcance sai do cruzamento dessa declaração com a pesquisa de aplicação de veículos, que é da plataforma. Uma linha de H4 alcança centenas de veículos de uma vez, e quando a pesquisa se corrige a resposta muda sozinha, sem ninguém reeditar produto nenhum.
A potência fica ao lado do soquete, não dentro dele, e o motivo é prático: no carro, uma H4 de 60/55W e uma de 100/90W encaixam no mesmo bocal e servem no mesmo veículo — se a potência fizesse parte da chave, a lâmpada mais forte não serviria em lugar nenhum. Na moto o argumento se inverte: num farol alimentado pela bobina, a lâmpada de 55 W numa moto de 35/35W acende mais fraca, porque a fonte não entrega a corrente. Por isso o campo existe, é opcional, e o silêncio é permissivo.
Com a aplicação declarada, a compatibilidade é publicada no anúncio do marketplace que aceita esse tipo de ficha — sem digitar veículo por veículo em cada anúncio.